O beijo é uma demonstração de afeto entre pessoas, e existem diversos tipos de beijos. O beijo na orelha, por exemplo, é mais dado entre casais, mas também existe o beijo no nariz, no olho, no queixo, e muitos outros.
O beijo na boca é o maior gesto de demonstração de carinho, amor e paixão entre um casal, desde o simples tocar de lábios até o beijo mais intenso e apaixonado. O dia 13 de Abril é o Dia do Beijo, uma data instituída para celebrar o amor através do beijo.
O beijo na boca traz muitos benefícios para a saúde. Estudos comprovaram que o ato de beijar na boca estimula o cérebro a liberar endorfina, uma substância responsável pela sensação de prazer e bem-estar.
Quanto mais prolongado e apaixonado, maiores os benefícios. Já se sabe que o beijo movimenta 29 músculos (17 da língua). Por isso, além de queimar cerca de 12 calorias por beijo, mantém o rosto mais jovem porque o trabalho muscular dá firmeza à pele.
Primeiro beijo
A expressão "primeiro beijo" significa a primeira vez que uma pessoa deu um beijo de língua (beijo francês) na boca de outra. Os jovens usam a sigla BV (Boca Virgem) para designarem aquela pessoa que ainda não deu o primeiro beijo na boca.
Às vezes, há alguma insegurança, nervosismo e timidez associados a esse ato. No entanto, não existe uma fórmula. O "encaixe" acontece de forma instintiva e com a prática os beijos vão sendo cada vez melhores. Algumas dicas para o primeiro beijo: relaxe, seja carinhoso (a), feche os olhos, comece com calma e desfrute cada momento.
Professora Maria Inês Pires de Matos
Dica de leitura: A escrava Isaura Trata se de um livro que aborda assuntos como o preconceito .È um livro riquíssimo, através dele podemos ver os contrates entre o presente e o passado. Vale a pena ler: Dica de atividade: Entrevista com a sociedade para saber quantas mulheres vivem como a escrava Isaura e quantas pessoas no mundo são tratadas com escravos. Seria um trabalho ótimo, e para desenvolve lo precisariamos da ajuda da professora de história ,geografia e matematica.
Sugestão de atividades Texto: Meu primeiro beijo Autor: Atonio Barreto
O que vocês acham desta situacao de aprendizagem:
1º Momento:
Estudo do conteudo: elementos da narrativa, estudo do genero(cronica), observacao e entendimento estudo dos aspectos linguisticos do texto;
2º Momento: Leitura individual e coletiva de cronicas para confrontar diferentes estilos de cronicas;
3º Momento: Inferir o sentido sentido principal e geral do texto;
4º Momento: O professor deverá intervir durante a leitura para que se observe o que há de mais relevante no texto;
5º Momento: discutir os elemntos da narrativas presentes no texto;
6º Momento: Reconhecimento do autor, seus diversos gêneros textuais e características. Contexto de produção da crônica em questão.
7º Momento: Desenvolver atividade com música, poema e texto narrativo envolvendo o tema “primeiro beijo”, trabalhando a intertextualidade e interdiscursividade.
8º Momento: Produzir parodias espalhá-las pela escola, afim de mostrar o trabalho feito e divulgá-lo.
Recursos: cópia do texto "O primeiro beijo" - copias de outras cronicas - cópia da musica "Um primeiro bejo" de Paula Toler - USO DE MÌDIA - SAI, assistir ao clipe na internet.
PS.Se houvesse uma gravacao em video dos alunos envolvidos cantado a musica de Toler ou alguma de suas parodias, daria certo????
Ficou ótima essa situação de aprendizagem. Vejo o texto com aspectos que envolvem o interacionismo intersubjetivo”, onde podemos priorizar a dinâmica transacional das trocas na aprendizagem. Ao abordarmos o assunto em sala o primeiro beijo, chama a atenção dos alunos. É um momento muito esperado onde ocorrem trocas de experiências e cada um sente o primeiro beijo de uma forma...
Com esse texto entramos na teoria sóciocognitiva da aprendizagem, que centra sua atenção sobretudo nos contextos de interação, de influência mútua, de trocas verbais e de atividades de construção conjunta em situações comuns em nosso cotidiano.
Englobando o interacionismo instrumental, o qual se centra nas relações ensino-aprendizagem e os diferentes instrumentos
que podem ser construídos para permitir a transformação dos comportamentos.
Através desse texto podemos priorizar o funcionamento comunicativo dos alunos:
− prepará-los para dominar a língua em situações variadas, fornecendo-lhes instrumentos eficazes;
− desenvolver nos alunos uma relação com o comportamento discursivo consciente e voluntária, favorecendo estratégias de autoregulação;
− ajudá-los a construir uma representação das atividades de escrita e de fala.
No texto também podemos trabalhar as capacidades de decodificação compreendendo diferenças entre escrita e outras formas gráficas (haja visto que esse texto apresenta conteúdos enriquecedores que envolvem números e porcentagens com um assunto onde o aluno guarda por chamar sua atenção). Auxilia o aprendizado do alfabeto, a decodificar palavras e textos. Sem falar que decodifica palavras e textos escritos. Por meio desse texto o aluno ficaria criativo e apto a criar paródias que motivaria o processo ensino-aprendizagem fazendo do ambiente um lugar gostoso para aprender. Mídias e músicas sem dúvida chamam a atenção e facilita a situação de aprendizagem englobando memória visual e auditiva. Ficaria muito legal após os alunos construírem a paródia gravá-los nesse momento.
Maria Inês Pires de Matos
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Segundo Monteiro Lobato: Um país se faz com homens e livros
Leitura, Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias.
Considero a leitura como algo que faz com que possamos
desenvolver nossos pensamentos e idéias. Através da leitura passamos a adquirir
o gosto pela escrita também. Assim, podemos nos colocar em contato direito com
o mundo e expressando nossas idéias.
Quando Chauí diz que o livro é um mundo porque cria mundos
identifiquei muito com ela pelo fato de recordar da minha infância e ver que
quando pegava um livro ou até mesmo um gibi minha imaginação crescia muito e
começava a imaginar várias situações. Concordo com a autora que ler é uma das
experiências mais radiosas de nossa vida, pois assim passamos a nos conhecer.
Lembro que quando aprendi a ler me sentia como um líder, como se eu fosse
alguém muito importante. Como sou a caçula de meus irmãos recordo que via eles
estudando e, isso ia despertando meu interesse pela leitura. Outra recordação
que tenho é que minha mãe colocava jornal no chão com o objetivo de não sujar
nossas roupas e nem a casa através de nossos pés, pois morávamos numa casa onde
o quintal era de terra. Com o jornal no chão eu via aquelas letras e ia me
despertando cada vez mais o interesse e gosto pela leitura e escrita. Eu
brincava com meus irmãos de ler as letras que estavam no jornal, pois naquela
época não tinha jogos e nem televisão. Meus tios começaram a incentivar a
leitura me dando mais livros ainda conforme eu ia aprendendo. Tinha uma tia
analfabeta que chegava com jornais para que eu lesse para ela e até mesmo
documentos dela.
Quando Calligares diz considerar a literatura o catálogo das
vidas possíveis e impossíveis concordo com ele, pois quando lia os livros era
exatamente isso que acontecia comigo eu conseguia imaginar as mais diversas
situações.
Através do depoimento de Gabriel O pensador vejo que é de fundamental importância para o ensino da
leitura e escrita o papel da família. Mesmo sendo um aluno preguiçoso a avó lhe
ensinou a ter o hábito da leitura. Nunca
gostou de criar textos com temas livres e com um trabalho da faculdade, o qual
envolvia etnocentrismo, hoje escreve suas músicas muito bem e trabalha muito o
assunto preconceito, o qual existe muito em nossa sociedade.
Gilberto Gil também considera que a avó foi sua mestra de
ensinar, sendo ela a responsável por sua alfabetização. Foi adquirindo o gosto
da leitura e acabou também se apaixonando pelo acordeom e diz que a música deu
grandes lições para sua vida. Quando Anna Verônica Mautner agradece o fato dos
poetas existirem por falar da dor do ressentimento vejo Gil na música onde
expressasentimentos tanto dele como de pessoas. A música nos coloca em contato
com a reflexão de nossa vida diária. Acredito que a leitura e, principalmente a
nossa escrita é uma forma de desabafar sentimentos que precisam ser colocados
para fora a fim de não adoecer.
Finalizo minha opinião e experiências com os pensamentos de
Clair, o qual foi incentivada por uma amiga para se dedicar a poesia, mesmo
estando na terceira idade. Fora o namorado da filha que sempre a incentivou.
Com a poesia ela diz ter mudado como pessoa, inclusive seu modo de enxergar a
vida. Vai até se aposentar na receita federal para escrever poesia. Portanto,
vejo que todos somos capazes de escrever e que não tem idade para
desenvolvermos essa habilidade que muitas vezes encontra-se embutida. Daí a
importância de incentivarmos sempre nossos alunos no gosto da leitura e escrita
para que se tornem cidadãos capazes de refletirem e colocarem suas opiniões e
sentimentos para fora. A leitura e escrita é importante para qualquer profissão
não podemos viver sem ela!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Leitura e motivação
Como professora que trabalha
no projeto sala de leitura vou
relatar sobre minhas experiências.
Como sempre digo a
leitura está voltada para motivação,já vista que nossos alunos na idade que
estão só fazem algo quando são motivados, isso se explica pelo simples fato
deles pertencerem a uma sociedade
onde a noticia ocorre á todo momento.Numa sociedade ,na qual ,é
necessário apenas ir a escola para se
adquirir a bolsa família e etc..
Trata se de alunos que não sabe o que significa sonhar para
conquistar. Em meu trabalho busco fazer com que eles entendam que a leitura “abre
portas”.Explico que através de uma simples leitura nasce um poema, uma música e
até objetos recicláveis.
No meu ponto de vista somente com a tal chamada motivação é
que conseguimos algo.
O despertar para leitura como algo prazeroso infelizmente está
depositado em nossas mãos,e não dos pais.Mas,
fico muito feliz em poder fazer o meu trabalho.Pois vejo que estamos evoluindo...Que
a sociedade sabe que leitura é algo que deve ser de responsabilidade de todos
os alunos.
Um novo olhar...
Sou professora da Sala de Leitura e recentemente participei de uma orientação técnica na qual a obra Vidas Secas (Graciliano Ramos) seria analisada. Após estudos realizados antes e durante a OT busquei traçar um paralelo com a minha experiência leitora com a obra quando cursava o 1º ano do EM. Na época em que li a obra não tinha ideia nem maturidade para reconhecê-la como uma denúncia social e tampouco para compreender a seca como um massacre, já que esta não era a minha realidade. Reli a obra com outros olhos, mais críticos e observadores, e então pude entender o cunho de denúncia social que se infere nas palavras, assim como a animalização do homem frente ao ambiente e as condições de sobrevida. Pensando nisso, contemplo a ideia de Cotardo Calligaris em sua colocação ao afirmar a literatura como algo essencial pelo fato de libertar o ser humano. Pois bem, Vidas Secas liberta Graciliano para falar e denunciar. Possibilita a invenção de uma vida a partir do nada. O nada de Fabiano e Sinhá Vitória, tão evidente e explícito na obra.